João Carreira tem 18 anos e, a 11 de fevereiro, pretendia realizar um atentado terrorista na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Estudante de engenharia e natural da Batalha, mas residente nos Olivais, acabou por ver os planos travados pelas autoridades, e ficou em prisão preventiva.

Três meses depois, o jovem está internado de forma preventiva no Hospital Prisional de Caxias, avança o jornal "Observador", de acordo com o que o "Expresso" apurou junto de fontes policiais. Este internamento durará pelo menos um trimestre e foi ordenado por uma juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.  

João queria matar "o maior número possível" de colegas. Tudo que sabemos sobre o jovem que planeava um atentado terrorista
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A mudança nas medidas de coação faz com que, de acordo com a fonte policial do jornal "Expresso", os serviços prisionais não possam transferir João Carreira "para uma prisão comum", mesmo se o jovem já tiver condições psicológicas que lhe permitam ter alta clínica.

O estudante de engenharia está na ala de psiquiatria e saúde mental, onde tratam os casos agudos, de acordo com a SIC. "Está estabilizado e pode receber visitas dos pais". A defesa de João Carreira pediu, sem sucesso, que o arguido ficasse em prisão domiciliária com pulseira eletrónica.

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