Depois do sucesso do filme “Variações”, que retrata a vida do cantor português António Variações, chegou agora a vez do grupo das Doce passar para a tela do cinema. “Bem Bom” é o filme que conta a história do quarteto formado por Teresa Miguel, Helena Coelho, Laura Diogo e Fátima Padinha.

O filme chega às salas portuguesas em junho de 2020 e uns meses depois, em setembro, será emitida uma série na RTP sobre o percurso da banda de sucesso dos anos 80.

Apesar de ainda faltarem cinco meses para a estreia do filme, existe já quem esteja indignado. É o caso de Ágata, que pertenceu ao grupo durante alguns meses (entre maio e outubro de 1985 e já nos últimos meses da banda feminina). “Se o filme é sobre o grupo, devia ser do princípio ao fim. E não é. Eu fiz parte das Doce e não sou retratada no filme, por isso acho que está incompleto”, explicou a cantora à revistaMaria”. “Acho injusto”.

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Segundo a intérprete de “Comunhão de Bens” o final do filme foi-lhe contado por um dos membros da banda, Teresa Miguel. “Segundo ela me disse, o filme acaba quando a Helena Coelho engravida, mas a banda ainda durou mais dois anos, por isso, na minha opinião, isso não faz sentido”, disse.

“Quando a Helena voltou, a Fá saiu e eu fiquei no lugar dela. Mas atenção, não quero que pensem que estou chateada por não falarem de mim. Nada disso. Eu tenho a minha carreira no mundo da música e felizmente não preciso, mas acho que é injusto”, continuou.

Ágata revelou ainda não ter interesse em ver o filme uma vez que espera que o ambiente vivido não seja fielmente retratado. “Acho que vai ser muito cor-de-rosa. Mas aquilo que se passava nos bastidores de cor-de-rosa não tinha nada, por isso acho que não devem mostrar tudo”, atirou.

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“Se calhar por isso é que não falaram comigo, porque eu tenho muitas histórias para contar e elas não devem querer que eu fale. Devem ter tido receio que eu conte o que se passava nos bastidores”, disse Ágata acrescentado que o ambiente vivido naquela altura “não era muito bom”.

“Eu só tive uma picardia com a Laura Diogo. Ela era muito arrogante, tinha a mania que mandava, mas eu não gosto de comandantes”, lembrou. A cantora explicou ainda que das quatro mulheres que formavam a banda, apenas se dá com Teresa Miguel: “É a única com quem falo. Gosto muito dela, é muito boa pessoa. Com as outras não estou chateada, mas acabámos por nos afastar”.

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