Ana Lúcia Matos e o marido, o empresário luso-francês Max Cardoso, foram detidos pela Polícia Judiciária esta terça-feira, 29 de novembro, numa mega operação de combate à fraude. Depois de ser presente a juiz, a ex-apresentadora foi libertada esta sexta-feira, 2 de dezembro.

O casal comparecereu no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, mas, enquanto Max Cardoso optou por não se pronunciar, Ana Lúcia Matos tentou defender-se. Eram, no total, 14 os arguidos, tendo o juiz ordenado a libertação de oito deles, incluindo a ex-apresentadora, avança o "Jornal de Notícias".

Detida por fraude fiscal, ex-apresentadora Ana Lúcia Matos "não tem a quem deixar os filhos"
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Os restantes arguidos da operação Admiral permanecerão detidos, segundo o mesmo jornal, que adianta também que, para os arguidos agora libertados, não estará prevista a aplicação de medidas privativas de liberdade. Todos os detidos são suspeitos de pertencer a uma organização internacional que cometeu fraude fiscal.

A operação Admiral é a maior investigação europeia de fuga ao fisco, com um valor global de faturação de 2,2 mil milhões de euros. De acordo com o "Jornal de Notícias", o marido da ex-apresentadora será proprietário de várias empresas fictícias, envolvidas no esquema de fraude fiscal.

Os dois usariam empresas fictícias para fuga ao fisco, através da venda de telemóveis, em que o IVA não era tributado ou através de faturas falsas. Ao todo, as autoridades acreditam que poderá estar em causa um valor de fuga aos impostos de 2,2 mil milhões de euros (300 milhões só em Portugal), numa fraude que se ramificou por mais de 30 países.

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