"O Virgil não era apenas um génio e visionário, era também um homem com uma alma bonita e uma grande sabedoria", lê-se no post nas redes sociais de Virgil Abloh, onde foi avançada a notícia da sua morte. O diretor das coleções masculinas da Louis Vuitton e CEO da Off-White morreu este domingo, 28 de novembro, aos 41 anos.

Segundo a publicação, escrita pelos familiares, o designer norte americano lutava há mais de dois anos "contra uma forma rara e agressiva de cancro, o angiossarcoma cardíaco". "Ele optou por enfrentar a sua batalha em privado desde o diagnóstico, em 2019, passando por vários tratamentos desafiadores, enquanto dirigia várias instituições importantes que abrangem moda, arte e cultura. A sua ética de trabalho, infinita curiosidade e otimismo nunca vacilaram. Virgil foi impulsionado pela dedicação ao seu trabalho e à sua missão de abrir portas para os outros e criar caminhos para uma maior igualdade na arte e no design. Ele costumava dizer: 'Tudo o que faço é pelo meu 'eu' de 17 anos', acreditando profundamente no poder da arte para inspirar as gerações futuras".

A informação foi, também, avançada pelo grupo LVMH, à qual pertence a Louis Vuitton. Virgil Abloh foi o primeiro afro-americano a assumir a direção artística de uma marca de luxo francesa. Era casado com Shannon Abloh e tinha dois filhos, Lowe e Grey Abloh.

Conhecido por ser o rei da "streetwear" de luxo, recebeu os prémios "Urban Luxe" e "British Fashion Awards", em 2017 e 2018, respetivamente. Em 2012, criou a sua primeira marca, a Pyrex Vision e, um ano depois, surgiu a Off-White, marca de roupa de luxo que foi comprada pela LVMH.

O anúncio da sua morte gerou uma onda de reações e condolências à família, nas plataformas digitais. "Sentiremos profundamente a sua falta, embora a sua visão viva através dos caminhos que trilhou ao longo da sua carreira", lê-se no Instagram da marca Gucci. "A marca permanente que deixou na indústria da moda e mais além nunca será esquecida", escreveu Tiffany & Co, na referida rede social.

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