A pivô da TVI esteve esta quarta-feira, 15 de dezembro, no programa "Dois às 10" para falar sobre a segunda gravidez. Aos 35 anos, a jornalista é mãe de Vasco, de um ano, e está novamente grávida. O sexo do bebé permanece por revelar, mas Sara Pinto aproveitou a conversa com Maria Botelho Moniz e Cláudio Ramos para contar algumas novidades.

Ao abrirem o calendário do advento do programa, os apresentadores receberam um envelope que continha uma ecografia — a de Sara Pinto. A jornalista da TVI anunciou, no dia 5 de dezembro, no Instagram, que estava à espera do segundo filho. Neste momento, encontra-se no segundo trimestre, o "trimestre bom", como apelidou, e a sua barriga já sobressai.

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Depois da gravidez "bastante tranquila" de Vasco, que nasceu a 5 de agosto do ano passado, deseja que a experiência se repita. Apesar de dispensar a privação de sono pela qual passou, torcendo para que o segundo filho seja mais "dorminhoco" como a mãe o era em bebé, assegurou que a gravidez está a correr bem. O segundo filho foi "bastante desejado" e já estava planeado, como a jornalista contou, para quando o pequeno Vasco completasse um ano de idade.

A grande ajuda para combater os enjoos e as náuseas? Alface. É o maior desejo que Sara Pinto sentiu — e repete-se nesta gravidez. A frescura do alimento, explica, ajuda a combater o mal estar. Além destes sintomas, o cansaço. "Tenho dias em que estou extremamente exausta", confessou , garantindo que "é mesmo muito difícil conciliar a maternidade com a profissão". Apesar disso, e como confessou a Maria e a Cláudio, não rejeita a ideia de ter um terceiro. "Gostava de ter uma família grande", revelou esta quarta-feira.

"Temos o direito de dizer 'eu hoje não estou bem, eu hoje estou cansada'"

Sara Pinto não concorda com a forma como, por vezes, a gravidez é retratada. "Algumas mulheres querem passar a ideia de que é fácil", explicou, defendendo que tal não deveria ser feito. "As crianças dão trabalho, os bebés dão muito trabalho" e tal não deve ser omitido ou suavizado. "Nós temos de ter o direito de admitir que é difícil ser mãe, cuidar de crianças e trabalhar", apelou. "Temos o direito de dizer 'eu hoje não estou bem, eu hoje estou cansada', e isso não faz de nós menos profissionais", crê a jornalista.

Apesar de sublinhar que gostou muito do dia do nascimento do primeiro filho, deixando claro que "viveria tudo outra vez", também por se ter tratado de "uma experiência muito positiva", não considera que este tenha sido o dia mais feliz da sua vida. Esse título fica reservado para o casamento, a 26 de junho de 2019. Sara Pinto oficializou o matrimónio com o companheiro, Edgar, que conheceu enquanto fazia Erasmus em Roma, Itália.

A pivô da TVI esforça-se por manter a vida pessoal privada. "A exposição faz parte da minha escolha profissional", explicou aos apresentadores. "Não quero que seja eu a tomar essa decisão pelo meu filho", assegurou, preferindo que seja Vasco a escolher. Também Edgar, o companheiro, dispensa as luzes da ribalta. "Muito tímido", o pai dos filhos de Sara Pinto é, além de engenheiro civil, o seu "porto seguro".

Edgar, o seu "melhor amigo", é quem lhe garante "solidez" e "apoio". A jornalista crê que a ajuda do marido no seu percurso foi vital. "Se calhar nunca tinha tido a força para superar algumas coisas, até mesmo na minha profissão, e nos desafios profissionais", explicou Sara Pinto.

"Nós também não somos máquinas, e por isso é que não estão ali robôs a dizer as notícias"

No primeiro dia deste ano, foi confirmada a mudança de Sara Pinto para a TVI. A pivô deixava, assim, a SIC, estação que a trouxe, há alguns anos, para a capital. Natural de Marco de Canaveses, Sara realizou esta transição enquanto estava grávida do primeiro filho. Hoje apresenta o "Jornal das Oito" em horário nobre.

Em entrevista ao "Dois às 10", aproveitou para esclarecer a sua posição quanto ao papel que desempenha no jornalismo. "Um pivô não se limita a ler" o teleponto, argumentou. Além disso, "tem de dar alguma interpretação, mantendo obviamente uma imparcialidade". "Mas nós também não somos máquinas, e por isso é que não estão ali robôs a dizer as notícias", acredita a jornalista, que considera que "é preciso transmitir alguma humanidade" com o que é dito em televisão.

O truque? Imaginar que está a contar as notícias à sua família. Além de "ajudar as pessoas a compreenderem melhor", isso permite-lhe "cativar o público", de acordo com o que a mesma explicou aos apresentadores do programa da manhã.

Quando questionada acerca do momento profissional em que se encontra, Sara Pinto esclareceu que não se trata de uma meta que traçou no início da carreira e sim de algo que se foi tornando um objetivo de forma progressiva. Hoje, sente que está a chegar a um ponto que já tinha estipulado, algo "muito gratificante".

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