Biografias, ficção, livros motivacionais, clássicos da literatura ou banda desenhada (japonesa ou europeia). Não descriminamos ninguém e entendemos que quem aprecia um Proust ou um Dostoiévski da vida, também pode (e deve) exibir um livro das aventuras do Lucky Luke ou das "50 Sombras de Grey" sem qualquer vergonha ou receio de ser julgado por estranhos devido ao que escolheu ler para se entreter.

É a pensar nisso que, em pleno mês de férias, nos propusemos a listar algumas sugestões de livros que pudessem ir ao encontro do maior número possível de leitores.

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Não estabelecemos regras e, por isso, qualquer um era válido. Por isso, sugerimos desde "Autobiografia Não Autorizada", o mais recente de Dulce Maria Cardoso, que junta várias crónicas da autora, até ao primeiro volume do manga (o termo dado a banda desenhada japonesa) do ninja "Naruto", que se tornou numa popular série de animação no Japão (e no resto do mundo).

Mas não fugimos aos clássicos, como "Crime e Castigo" ou "Lolita", nem ao que possa ser mais popular e, até, considerado como "literatura ligeira" (independentemente do que isso possa significar) como "A Rapariga da Rosa" (de Leslie Wolfe) ou "A Certeza do Acaso" (de Margarida Rebelo Pinto).

Nas biografias, destacamos a de Barack Obama, escrita pelo próprio, ou a de Leonardo Da Vinci, escrita por Walter Isaacson — o mesmo que assinou a biografia de Steve Jobs, lançada poucos dias depois da morte do fundador da Apple, em 2011.

Resumindo: dificilmente ficará sem saber o que ler nestas férias. Quer lhe apeteça um livro mais contido ou um verdadeiro calhamaço de mais de mil páginas, temos, pelo menos, uma sugestão para cada tipo de leitor.

Dos clássicos da literatura à banda desenhada, sugerimos-lhe 25 livros para ler nestas férias.

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