É um clássico aquela cena de filme em que a personagem chega a casa mais cansada depois de um dia de trabalho, encontra a casa desarrumada e fica com vontade de chorar, de fugir, de ir dormir para um hotel. Mas é também o reflexo do impacto que a organização da nossa casa tem no nosso estado de humor. Já explicamos.

Motivados pela pandemia, durante mais de um ano, vimo-nos obrigados a encontrar prazer (e ocupações diversas) em estar em casa, e tivemos de adaptar um T1 ou T2 num apartamento que albergava quarto, sala de aulas para os miúdos, escritório para os pais, sala de jogos para brincadeiras, entre outras coisas.

Para a maioria, a casa sempre foi um dormitório. Passávamos o dia no trabalho, ao final da tarde treinávamos no ginásio e, já à noite entrávamos em casa para, finalmente, descansarmos. Só que de repente, tudo isto se alterou — e a sala virou escritório, ginásio e zona de brincar para os miúdos. 

No meio deste turbilhão de mudanças, chegar ao final do dia com a casa organizada foi essencial para conseguirmos manter alguma estabilidade. Mas será que a organização da casa tem influência no nosso bem-estar mental? 

Este foi o ponto central de algumas das questões a que Henrique Ribeiro, psiquiatra, e Ana Teresa Neta, designer de interiores da IKEA, responderam no mais recente episódio IKEA Talks. A rubrica da MAGG em parceria com a IKEA onde Ana Garcia Martins convida especialistas nas mais diversas áreas da vida em casa para partilharem alguns dos seus conhecimentos. 

Neste episódio, Ana Teresa Neta abordou o lado positivo do confinamento. Se até à data, pais e filhos dispunham de poucas horas de tempo juntos, este período em casa “trouxe mais tempo em família” e um estreitar dos laços familiares, partilhou a designer com base no estudo anual “A vida em casa” realizado pela IKEA.

Por outro lado, Henrique Prata Ribeiro, explicou a importância (para o bem-estar mental) de conseguirmos ter condições para realizarmos cada uma das nossas atividades pessoais. E o impacto que a ausência de espaço teve na forma como ultrapassámos esta fase.

A pandemia e os confinamentos fizeram, também, com que identificássemos “novas necessidades sobretudo com o espaço exterior”, explica. Num momento em que as saídas à rua eram escassas, as varandas e os jardins trouxeram “esta sensação de liberdade”, afirma. 

Se, como Ana Garcia Martins, não vive “numa quinta de 27 mil hectares”, assista ao vídeo e conheça a ‘Dica Sustentável’ para tornar a varanda num “resort em Bali”.

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