Depois de ser expulsa do "Big Brother - A Revolução" na gala deste domingo, 22 de novembro, Andreia falou com a imprensa via Zoom sobre a sua prestação no programa da TVI. Mas a ex-concorrente também não deixou de fazer algumas revelações sobre a vida privada. É que a bailarina passou por um aborto no início do ano e teve uma lesão no joelho que ainda não curou. Tudo isto com a agravante de estarmos a passar pela pandemia do novo coronavírus.

"Já tinha muitas saudades de casa. O mundo cá fora parecia estranho. A minha própria casa parecia estranha. Quando cheguei liguei a televisão e a minha casa era o 'Big Brother', mas que estava a ver na televisão", começou por contar Andreia, referindo-se aos primeiros momentos depois de sair do reality show. "Levei com o choque da realidade, foi duro com toda a situação da COVID-19. Mas ver a minha família, os que eu amo, o meu namorado e a minha irmã foi muito bom", confessou.

Para já, a ex-concorrente ainda não sabe qual a situação da sua escola de dança. "Ainda não fui ver a minha nova escola, quando entrei para o programa deixei tudo em obras. 80% da escola funciona com dança a pares e agora não há campeonatos. Mas os meus alunos de competição continuam lá a trabalhar e os mais novos do balé também. Mas, de facto, a COVID-19 está a trazer-nos complicações. Mas está tudo a funcionar e não é mau", afirmou.

A lesão no joelho e o aborto

Quanto à lesão que tem no joelho, Andreia refere que agora tem que ir ao médico perceber em que fase está e perceber quando pode voltar a dançar. "Talvez, no início de dezembro retome as aulas, mas eu ainda não posso dançar. Mas quando puder, vou a ferro e fogo e acredito que venham mais alunos por saberem que é comigo e não com as pessoas que muito bem me substituíram", frisou. Andreia teve um rompimento do ligamento anterior, uma lesão muito frequente no joelho entre bailarinos e jogadores de futebol, que pode demorar entre seis a oito meses de recuperação.

A ex-concorrente do programa da estação de Queluz de Baixo confessou que começou o ano da pior maneira: "Primeiro, a questão da gravidez, de seguida, entra a nuvem de uma possível pandemia e eu começo a pensar nos meses futuros. Depois, tenho o problema com o joelho", recordou.

Andreia estava grávida de poucas semanas, mas descobriu que era uma gravidez ectópica, que acontece quando o embrião se começa a formar dentro das trompas de Falópio. Portanto, a concorrente do Seixal não teve um aborto espontâneo, mas sim uma intervenção que tinha de ser feita para que não surgissem outras complicações.

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"Não sabia que a partir dos 40 anos o Estado não comparticipa a ajuda às mulheres que querem ser mães e essa era uma das minhas lutas dentro da casa. Estou positiva e sinto-me lutadora. Normalmente, consigo as coisas que quero. Não depende só de mim, obviamente, depende de vários factores. Mas eu vou lutar por este objetivo", rematou, afirmando que ser mãe é um objetivo para cumprir já no próximo ano.

"A minha verdadeira queda foi antes do 'Big Brother'. O programa foi a luz no meu túnel, vi uma possibilidade de crescer e ver a vida de uma maneira diferente, em que se calhar muita gente se identificou comigo".

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