19 de fevereiro de 2020 às 04h56m52s em Lisboa

Chegamos ao último estádio de inverno e ao último signo do Zodíaco.

Fase da transcendência de todas as dualidades e a incorporação do Uno em Si.

O período de jejum, no qual as sementes são oferecidas à Mãe Terra como um sacrifício.

É do regente Neptuno que o Pisciano recebe o gosto por tudo aquilo que lhe proporcione a oportunidade de sonhar. O mundo dos sonhos é mais verdadeiro do que a monotonia do quotidiano. O signo Peixes entende bem a linguagem dos símbolos e das imagens e a sua imaginação pode levar-lhe a lugares fantásticos, cheios de cores, sons e fantasia. Como é o último signo do zodíaco, contém um pouco de cada um dos outros, daí a sua complexidade.

Regido pelo planeta da incerteza, tem dificuldade em diferenciar entre a realidade e ilusão e, muitas vezes, reage de forma negativa diante das exigências da sociedade, e escolhe viver à margem. A falta de persistência também pode prejudicá-lo, ao fazer com que mude de rumo antes de colher o que plantou. Em razão da sua relutância em lidar com questões práticas, conta com a ajuda dos outros para resolvê-las. Em certos casos, manifesta um lado um tanto ingénuo, que não vê o perigo nem o lado negativo das pessoas. O idealismo é uma das marcas registadas de Neptuno.

Muito romântico no que se refere aos relacionamentos, tem uma tendência a apaixonar-se muitas vezes como forma de escapar de si mesmo. Neptuno proporciona-lhe inspiração, mas pode também trazer desilusão: pode envolver-se com pessoas que lhe parecem perfeitas à primeira vista e, em seguida, ficar desapontado por não preencherem as suas expectativas. Idealista incurável e emocionalmente supersensível pode, para se proteger, optar por relações platónicas.

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Apesar de muitas vezes seguir uma trajetória um tanto incoerente para quem observa de fora, dedica-se com grande intensidade quando se apaixona por um projeto. Devido à sua extrema sensibilidade e perceção dos problemas alheios, pode vir a ser um excelente médico, terapeuta ou pesquisador. Tem uma surpreendente capacidade criativa, especialmente nos mundos da arte e da música, pode ser bem-sucedido no teatro, que fornece um canal de expressão para as suas emoções.

Receptivo, simpático, terno, meigo e facilmente influenciável, tem dificuldade em impor os seus limites. Muito místico, a sua conexão com o divino estimula a sua autoconfiança e tem a certeza de que irá encontrar ajuda sempre que precisa.

O signo de Peixes representa a perceção de que a vivência humana mais única e pessoal é também a mais Universal e portanto arquetípica.

Todas as oposições e paradigmas se fundem. O signo de Peixes tanto contém a realidade mais cristalina como a ilusão mais enganosa. Os nativos deste signo  vivem para além das formas concretas de realidade, e por isso tem uma inclinação mística. Sabe que existem verdades profundas dentro tanto da forma como do apático.

O desafio da integração do símbolo (dois Peixes) é integrar a natureza individual à Universal. A grande qualidade é a capacidade de síntese, de criar Unidade, de ver o todo.

Como o seu corpo reage sensivelmente aos estímulos psíquicos, está sujeito a perturbações no sono, à dependência do álcool, dos estimulantes de drogas em geral. Em consequência do seu excesso de sensibilidade em relação ao ambiente, precisa de um refúgio, um lugar tranquilo, onde possa recarregar as baterias. A música, a arte e a poesia são bálsamos para a sua alma, e os ritmos mais lentos e calmantes.

Sandra Costa é astróloga e psicoterapeuta.

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