Há aqueles que nunca reparam nos bancos dos transportes públicos e aqueles que desde sempre assumiram que o padrão escolhido para o forro que reveste os assentos dos autocarros é uma questão de falta de sentido estético. Também, mas não só. No fundo, serve para disfarçar a sujidade que ao longo do tempo, e com as várias utilizações diárias, vai-se acumulando.

Apesar de os padrões já não se aplicarem aos novos autocarros da Carris Metropolitana ou mesmo aos da Carris, agora movidos a gás natural e todos modernaços no interior, quem anda nos autocarros municipais vai continuar a sentar-se nos bancos tristes, normalmente de tom azul e com formas geométricas. 

No caso dos transportes públicos mais antigos, com padrões do século passado, é usada lã por ser "naturalmente retardador de chamas e o tecido estilo tapete tem mais durabilidade do que um tecido plano", esclareceu Harriet Wallace-Jones, co-fundadora da Wallace Sewell, estúdio de design responsável pelos transportes públicos de Londres, no Reino Unido, à BBC.

Está explicado o tecido, já o padrão tem que ver precisamente com o facto de esconder a sujidade — o que, diga-se de passagem, é um favor que nos fazem. Mas para perceber a dimensão da questão, a empresa SemiServis, especialista em soluções tecnológicas de limpeza, mostrou o antes e depois do tratamento de um assento de um autocarro ou comboio. 

O vídeo não só permite ver a diferença incrível, como ainda é relaxante — sensação que poderá desaparecer da próxima vez que se sentar num banco dos transportes públicos.

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