Cinco mortos e 15 feridos. É este o balanço de uma série de ataques terroristas ocorridos esta segunda-feira, 2 de novembro, com recurso a armas automáticas junto de uma sinagoga na região de Viena, Áustria. O primeiro registo de um ataque registou-se com um tiroteio por volta das 20 horas (19 horas em Lisboa), numa rua central na qual está localizada a sinagoga principal de Viena que, além disso, está próxima de uma zona de bares frequentadas por vários turistas.

Os atacantes seguiram depois pelo centro da cidade disparando sobre os cidadãos que ocupavam as esplanadas dos vários bares, cafés e restaurantes, que estavam lotados na véspera de um novo período de confinamento da região devido ao surto do novo coroanvírus. Durante os tiroteios, em seis locais diferentes da cidade, centenas de pessoas barricaram-se nestes espaços comerciais enquanto os atacantes e os agentes da polícia trocavam tiros.

Ainda que tenham sido vários os suspeitos a ser detidos, as autoridades ainda não conseguiram confirmar quantas pessoas estiveram envolvidas no ataque. Um dos atacantes foi abatido pela polícia e outro está a monte, o que levou as autoridades a recomendar às pessoas que não saiam de casa, exceto para as atividades que forem consideradas de essenciais.

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Além disso, sabe-se também que um dos responsáveis que foi morto pela polícia era simpatizante do Estado Islâmico e que já tinha uma condenação anterior por atos terroristas, avançou o ministro do Interior austríaco em conferência de imprensa. Quanto às vítimas mortais, sabe-se que são dois homens e duas mulheres, mais o atacante abatido.

O apartamento do suspeito já foi alvo de buscas e a polícia está agora a analisar todas as provas à sua disposição para tentar chegar ao suspeito que fugiu e que é considerado extremamente perigoso.

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