O funcionário de um Starbucks publicou um vídeo de dois minutos na Internet onde, enquanto chora, denuncia as condições precárias com que trabalha. Refere que não aguenta fazer turnos de oito horas e que os clientes são demasiado mal educados. Veja o vídeo.

O funcionário da multinacional norte-americana começa por dizer que está mesmo a considerar demitir-se. "Já não sei o que fazer", admite. Diz que é mal tratado enquanto transgénero e que uma semana de 25 horas e turnos de oito horas durante o fim de semana são demasiado para conseguir aguentar.

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"Eles não querem saber de nós", acusa. "Eles não querem ajudar-nos", reforça, mencionando a falta de apoio por parte da gerência e a forma como é tratado por "clientes rudes". "As pessoas gritam comigo porque não tenho os pedidos prontos e eu não sei o que fazer", desabafa.

Evan, que é trabalhador-estudante, conclui que "isto não pode acontecer" e exige justiça ao denunciar a situação. O vídeo, que ficou viral nas redes sociais, está a dividir opiniões. Há quem defenda o jovem e concorde que, de facto, está a ser explorado, mas também existe quem o rotule de mimado e o critique. De que lado está?

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