Se as suas férias de Verão implicam apanhar um (ou mais voos), prepare-se para esperar ou, no pior dos casos, ver o seu voo cancelado.

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Vai para Toronto? Não escolha o Aeroporto Internacional Toronto Perason. Segundo os dados analisados pela CNN Travel, através do site FlightAware, o aeroporto do Canadá teve mais de metade dos voos atrasados entre 26 de maio e 19 de julho.

A realidade é tão má que a Air Canada apostou numa política flexível, que oferece alteração de bilhetes livre de taxas dos voos deste aeroporto. Na prática, os clientes podem alterar os seus voos de partida ou chegada e ainda aumentar o tempo de escala no aeroporto.

Bem perto de nós, na Europa, a confusão nos aeroportos não é muito melhor. O aeroporto de Toronto apresentou uma percentagem de atraso de 52,5%. O segundo principal aeroporto mundial com mais atrasos de verão é o de Frankfurt, na Alemanha, com 45,4% de voos atrasados. Logo a seguir surge o Aeroporto de Paris Charles de Gaulle (43,2%), Aeroporto de Schipol em Amesterdão (41,5%) e o aeroporto de Londres Gatwick (41,1%).

Os outros cinco aeroportos com mais atrasos são: Heathrow, Londres (40,5%); Munique, Alemanha (40,4%); Atenas, Grécia (37,9%); Aeroporto de Sydney Kingsford Smith, Austrália (34,2%) e o Aeroporto Internacional de Orlando, nos EUA (33,4%).

Os principais aeroportos mundiais com mais cancelamentos este verão são: Aeroporto Internacional de Shenzhen Bao'na, China (7.9%), Aeroporto Internacional de Newark Liberty, EUA (7.4%), Aeroporto de LaGuardia, EUA (7%), Aeroporto Internacional Toronto Pearson, Canadá (6.5%), Soekarno--Hatta Aeroporto Internacional, Indonésia (6.2%).

Além do aborrecimento do atraso dos voos, os cancelamento resultam em gastar mais dinheiro em estadia e horas sem fim no aeroporto, mas ainda há outro problema: malas perdidas. Os aeroportos viram-se obrigados a mudar a estratégia para diminuir a acumulação de malas. As companhias aéreas até aconselharam aos turistas o uso de malas coloridas para facilitar a sua localização nos aeroportos.

Na primeira semana de julho havia mais de 8 mil malas por entregar no Aeroporto de Lisboa e esta quarta-feira, 20 de julho, apenas 2 500, explica o “Expresso”. “A diminuição do número de malas resulta de um trabalho hercúleo feito pelos trabalhadores da Groundforce, no formato de horas extraordinárias, maioritariamente durante a noite, entre as 0h e as 6 da manhã”, explica o presidente do Sindicato dos Técnico de Handling de Aeroportos, André Teives, ao “Expresso”.

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