A variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2, que foi detetada pela primeira vez em novembro, na África do Sul, prova novos sintomas. Dores de costas, comichão na garganta, congestionamento nasal e tosse seca são os sintomas mais comuns associados à doença, conforme analisado num novo estudo, segundo o jornal "The Telegraph".

A investigação, desenvolvida na África do Sul, envolveu a análise de 78 mil casos Ómicron e além de revelar novos sintomas entre os infetados, permitiu também constatar que são mais leves em pessoas vacinadas (no caso, pessoas a quem foram administradas duas doses da vacina da Pfizer-BioNTech) e foram as que menos precisaram de cuidados hospitalares.

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A vacinação demonstra assim ser fundamental para evitar casos graves com a nova variante da COVID-19, conforme sublinha o professor de microbiologia clínica da Universidade de Cambridge, Ravi Gupta. "Isto reforça a necessidade de três doses, especialmente no grupo de maior risco, disse, de acordo com o jornal britânico.

Já Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), defende que para além da vacinação, as regras básicas de proteção contra a pandemia continuam a ser fundamentais: uso de máscara, distanciamento social e cuidados de higiene.

"Não são vacinas em vez de máscaras, não são vacinas em vez de distanciamento, não são as vacinas em vez da ventilação dos espaços. Façam tudo isso, façam de forma consistente e façam bem", pediu esta terça-feira, 14 de dezembro, numa conferência de imprensa. O diretor-geral da OMS alertou também para o facto de em alguns países a população não ter sequer a primeira dose da vacina e afirmou que os não vacinados devem ser a "prioridade".

Em Portugal, a variante Ómicron já representa 9 a 10% dos casos, segundo uma estimativa feita pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.

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