Jairo Souza Santos, vereador do Rio de Janeiro, no Brasil, mais conhecido por Dr. Jairinho, é um dos principais suspeitos da morte do enteado Henry Borel, de apenas 4 anos. Além de Souza Santos, a justiça brasileira acredita que também a mãe da criança, a professora Monique Medeiros, terá estado envolvida e que ambos tinham "as malas prontas para fugir", segundo declarações dadas pelo procurador da justiça Marcos Kac esta quinta-feira, 8 de abril, à CNN.

Ambos foram detidos preventivamente na sexta-feira, 9, depois de terem sido encontradas duas malas de viagem com roupa em casa do casal. Os dois deverão permanecer detidos por um período máximo de 30 dias.

"A tentativa de fuga do casal serviu para confirmar ainda mais o que a investigação já havia apurado. Chegámos no momento no centro, caso contrário, eles poderiam ter fugido", refere o promotor à mesma publicação.

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O casal nega todas as acusações, mas está atualmente a ser investigado por suspeitas de homicídio e de tortura de Henry a 12 de fevereiro, um mês antes do homicídio da criança, a 8 de março, vítima de agressões continuadas e prolongadas.

Apesar da detenção de ambos, a polícia brasileira ainda não conseguiu confirmar qual terá sido o envolvimento de Monique Medeiros na morte da criança que, na madrugada de 8 de março, chegou sem vida ao hospital Barra D'Or, no Rio de Janeiro, com o corpo repleto de ferimentos e hematomas.

No que toca a Jairo Souza Santos, são várias as mulheres que dizem ter sido vítimas de abusos físicos pelo próprio — que também terá agredido os filhos destas mulheres, todos com idades semelhantes à de Henry.

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