A imagem não deixa margens para dúvidas. Foi assim que os jardins da Cordoaria, no Porto, estiveram durante a madrugada de sexta-feira para sábado, 5 de setembro. A zona histórica da região foi ocupada por cerca de 200 a 300 pessoas, muitas deles pertencendo às camadas mais jovens, sem máscaras postas nem a adoção de distanciamento social.

Quem o diz é António Fonseca, presidente da Associação de Bares da Zona História do Porto, que afirma ter estado no terreno e no qual diz não ter visto a aplicação das medidas de prevenção do combate à COVID-19. "Não há máscara, ninguém está protegido. Não consegui tirar uma fotografia na qual estivesse alguém com uma máscara posta", revelou em entrevista à SIC Notícias.

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E relatou ainda ter visto caixas com bebidas nas malas dos carros e garrafas vazias espalhadas pelo chão. Mas o presidente vai ainda mais longe ao apontar o dedo aos proprietários de bares por, considerar, que estes contribuem ativamente para os ajuntamentos sem segurança uma vez que põe música na rua.

Em algumas zonas da cidade, António Fonseca diz ter visto entre 200 a 300 pessoas, algumas delas menores de idade.

Segundo conta, ainda que os ajuntamentos sejam habituais noutras alturas do ano, pioraram no verão numa altura em que o número de casos de infeção por COVID-19 no Porto aumento exponencialmente.

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