As máscaras deixaram de ser obrigatórias no recreio das escolas. A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou esta quinta-feira, 30 de setembro, o referencial para as escolas que tem como objetivo orientar a forma como os estabelecimentos de ensino têm de lidar com a COVID-19 neste novo ano letivo.

No documento pode ler-se que a utilização de máscara deixa de ser obrigatória nos espaços de receio ao ar livre, "sem prejuízo de ser recomendado o uso sempre que se verifiquem aglomerados de pessoas". A revisão mantém, contudo, a obrigatoriedade de uso de máscara para o acesso ou permanência no interior dos estabelecimentos de educação e/ou ensino para "qualquer pessoa com idade superior a 10 anos, e, no caso dos alunos, a partir do 2.º ciclo do ensino básico, independentemente da idade".

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No caso das crianças que frequentam o 1.º ciclo do ensino básico, independentemente da idade, a utilização de máscara é recomendada para o acesso ou permanência no interior dos estabelecimentos de educação e/ou ensino, "como medida adicional de proteção uma vez que estas crianças não se encontram vacinadas", refere ainda o documento.

No referencial é também realçado que "a utilização de máscara deve ser sempre adaptada à situação clínica, nomeadamente nas situações de perturbação do desenvolvimento ou do comportamento, insuficiência respiratória ou outras patologias, mediante avaliação caso-a-caso pelo médico assistente".

As novas diretrizes surgem num momento em que Portugal entra na terceira, e última, fase de desconfinamento. Esta sexta-feira, 1 de outubro, voltam a abrir bares e discotecas, o certificado digital deixa de ser exigido em vários locais e a utilização de máscara também. Veja aqui tudo o que mudou esta sexta-feira.

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