O modelo vai manter-se o mesmo, mas este ano será mais difícil para os alunos conseguirem avaliações "demasiado elevadas" nos exames do ensino secundário, segundo o Instituto da Avaliação Educativa (IAVE), citado pelo jornal "Público".

Ainda que continuem a existir questões opcionais, em que apenas as melhores respostas são contabilizadas para a avaliação final, foi aumentado o número de perguntas obrigatórias para que o exame consiga identificar os alunos que sabem e os que não sabem as matérias que o instituto considera serem "fundamentais" no currículo escolar.

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Isso significa que, em comparação com os exames de 2020, será preciso responder até três vezes mais perguntas obrigatórias em algumas disciplinas. Apesar disso, os exames deste ano não serão "mais difíceis" e o grau de dificuldade das perguntas a serem apresentadas aos alunos estará "totalmente dentro dos padrões habituais", garante Luís Pereira dos Santos, presidente do IAVE, em declarações ao mesmo jornal.

Esta medida tem como objetivo evitar o "excessivo enviesamento" nas avaliações que se verificou em 2020. Em causa está o facto de, no ano passado, as perguntas opcionais terem permitido aos alunos não responder às matérias que não abordaram nas salas de aula — que acabaram por ser suspensas no final do segundo período devido ao surto da COVID-19 no País.

Neste novo modelo haverá mais perguntas obrigatórias e um aumento do peso na avaliação final, para que o todo o currículo escolar, assim como algumas temas fundamentais, estejam melhor representados em todo o exame — o que, no ano passado, não aconteceu.

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