O governo português decidiu não prolongar a situação de contingência, nível de alerta que se mantinha desde segunda-feira, 11 de julho, devido aos incêndios e às temperaturas excessivamente altas sentidas em Portugal continental.

Mais de uma centena de fogos ativos em Portugal. Governo decide acerca do estado de contingência
Mais de uma centena de fogos ativos em Portugal. Governo decide acerca do estado de contingência
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José Luís Carneiro, ministro da Administração Interna, explicou esta manhã de domingo, 17, durante o briefing da Proteção Civil, que "as temperaturas vão baixar dois a oito graus", o que faz com que a situação possa baixar para alerta, terminando assim o estado de contingência à 00h desta segunda-feira, 18.

No entanto, o membro do executivo de António Costa salientou que os próximos meses serão desafiantes. "Este esforço conjugado tem dado resultados e convém termos consciência que, até ao fim do verão, vamos ter momentos difíceis", completou José Luís Carneiro, que também revelou, nas mesmas declarações, que mais de mil pessoas foram evacuadas para lugares de maior proteção.

A situação de alerta volta a ser reavaliada pelo governo na terça-feira, 19. "Voltaremos a reavaliar as condições climatéricas, tanto mais que se prevê que as temperaturas voltem a subir. O que está previsto é que se possam reavaliar as condições (...) tendo em vista reavaliar a situação de alerta ou a necessidade de retomarmos a situação de contigência", concluiu o ministro da Administração Interna.

Portugal tem passado por dias complicados no que diz respeito a incêndios: ainda estamos em julho, mas a área ardida já é superior à de todo o ano passado. Até esta sexta-feira, 15 de julho, a área ardida é já a maior desde 2017, o ano que ficou marcado pelos fogos de Pedrógão Grande.

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