Desde dezembro do ano passado que as farmácias estão autorizadas a realizar testes rápidos de antigénio e, a 2 de abril, foi autorizada a venda de autotestes nas farmácias e parafarmácias. Durante este período, foram feitos e vendidos mais de um milhão de testes. Só na região de Lisboa, o número de testes rápidos de antigénio realizados no âmbito de protocolos de parceria com algumas autarquias, que começaram a 31 de março, foi de 108.882 entre 31 de março e 30 de junho.

Ao todo, até 28 de junho foram dispensados em Portugal 1.066.050 testes, sendo que 703.331 correspondem a autotestes e 362.719 a testes realizados pelos próprios farmacêuticos nas farmácias, segundo dados da Associação Nacional das Farmácias (ANF) divulgados este sábado à agência Lusa, citada pelo jornal "Expresso".

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Quanto aos testes PCR e de antigénio, a Direção-Geral da Saúde (DGS) indica que desde o início da pandemia foram realizados 13.332.881 em Portugal.

Entretanto, o governo deu mais um passo no alargamento da testagem, ao comparticipar a 100% a realização de testes rápidos de antigénio desde esta quinta-feira, 1 de julho, como forma de "controlo da pandemia COVID -19" e para pôr fim a quaisquer limitações de testagem relativos a "constrangimentos financeiros resultantes da sua realização", diz o  diploma publicado em Diário da República esta quarta-feira, 30 de junho.

Com esta medida, cada cidadão pode agora realizar até quatro testes à COVID-19 de forma gratuita por mês, em farmácias e laboratórios de análises clínicas ou patologia clínica devidamente autorizadas pela Entidade Reguladora de Saúde (ERS).

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