A Fundação Portuguesa do Pulmão defende o uso obrigatório de máscara em todos os lugares públicos — mesmo os exteriores. O objetivo é travar o surto da COVID-19 no País e aconselha "vivamente" que as autoridades de saúde tomem a medida. A posição foi tornada pública depois de a fundação considerar que esta poderá contribuir para "um controlo mais eficaz da pandemia", segundo notícia Agência Lusa, citada pelo jornal "Expresso".

A fundação explica que o uso de máscara deverá ser obrigatório mesmo nos locais exteriores, exceto se a distância de dois metros entra cada pessoa estiver "indiscutivelmente assegurada". Mas alerta também para a necessidade de se melhorar a comunicação feita sobre todos os comportamentos preventivos do combate ao surto — como a etiqueta respiratória, a desinfeção frequente das mãos e superfícies e a adoção do distanciamento social.

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A proposta da entidade surge numa altura em que em Portugal, e no mundo inteiro, "a situação epidemiológica da pandemia não se apresenta consolidada com a percentagem da população afetada a não ultrapassar os 0,3%."

Para a Fundação Portuguesa do Pulmão, isto significa que "a infeção tem um enorme potencial de progressão", lê-se no mesmo comunicado. E alerta que o facto de a época da gripe estar próxima pode levar à circulação conjunta de uma segunda onda pandémica e do vírus da gripe — sendo uma situação que "é motivo acrescido de preocupação".

O uso obrigatório de máscara na rua já é uma prática na Região Autónoma da Madeira, bem como em Madrid, Paris e também Hong Kong.

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