Tendo em conta a inflação acumulada nos últimos 12 meses, tudo indica que as rendas das casas vão voltar a ficar mais caras no próximo ano — o que aponta para o agravamento dos custos com a habitação dos inquilinos. Esta é uma situação que se verifica depois de a pandemia ter afetado em larga escala a economia do País e ter feito com que os preços dos bens e serviços sofressem uma queda em 2020.

Pandemia fez descer preço das casas e das rendas nos últimos meses de 2020
Pandemia fez descer preço das casas e das rendas nos últimos meses de 2020
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Apesar de se prever que a subida das rendas seja ligeira, ao contrário do que aconteceu este ano, em que não houve mudanças, no próximo ano os senhorios podem subir o valor do arrendamento uma vez que a tendência de aumento dos preços dos bens e serviços promete manter-se em agosto, depois de no mês passado terem crescido 1,5%, avança o "Correio da Manhã" com base nos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Para serem conhecidos os valores da subida em 2022 falta ainda saber a evolução deste mês mas, tal como escreve o jornal "ECO" , é grande a probabilidade de o próximo ano trazer um agravamento dos encargos para os inquilinos uma vez que este ano a taxa média dos preços sem habitação apresentou em todos os meses valores positivos. Deste modo, só uma quebra acentuada este mês poderia influenciar um resultado diferente.

A previsão tem ainda em conta o facto de, historicamente, a evolução dos preços no mês de agosto não provocar grandes alterações à média dos 12 meses anteriores, escreve o mesmo jornal. O valor final da inflação, já com os dados deste mês, deverá ser revelado em setembro.

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