A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) revelaram dados sobre a evolução da COVID-19 em Portugal naquele que é o 42.º relatório de monitorização das linhas vermelhas publicado esta sexta-feira, 14 de janeiro. O documento dá destaque à importância de ter o esquema vacinal completo e da dose de reforço para a diminuição do risco de morte por infeção com SARS-CoV-2.

Segundo os dados da DGS e do INSA, do total de pessoas infetadas em dezembro, aquelas que tinham o "esquema vacinal completo tiveram um risco de morte três a seis vezes menor do que as pessoas não vacinadas".

Números semelhantes foram avançados por um estudo da Suíça, que revela que o risco de morte de pessoas não vacinadas e infetadas com a variante Ómicron chega a ser 20 vezes superior relativamente às vacinadas.

Já quanto à população idosa, com 80 ou mais anos, a quem já foi administrada a dose de reforço em Portugal, o relatório mostra que a terceira dose da vacina contra a COVID-19 reduziu o risco de morte "quase para seis vezes em relação a quem tem o esquema vacinal primário completo", pode ler-se no documento.

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Atualmente, a variante Omicron é dominante em Portugal — correspondendo a 93,2% das infeções com COVID-19 a 10 de janeiro — e o número de novos casos tem mostrado uma "tendência fortemente crescente a nível nacional e em todas as regiões".

Ambos os fatores levam a DGS e o INSA a traçar um cenário difícil para o Sistema Nacional de Saúde (SNS). "Dado o rápido aumento de casos, mesmo tendo em consideração a provável menor gravidade da variante Omicron, é expectável um aumento de pressão sobre todo o sistema de saúde e na mortalidade", alerta.

De modo a prevenir a pressão sobre os serviços, as autoridades de saúde sublinham a importância de continuar a adotar medidas de proteção individual contra a COVID-19, como são exemplos o uso de máscara e desinfeção das mãos. A DGS e o INSA apelam ainda à "vacinação de reforço".

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