Esta segunda-feira, 15 de março, Portugal suspendeu a administração da vacina da AstraZeneca, com Graça Freitas a apelar à calma de quem foi vacinado com o imunizante deste laboratório. "Se foi vacinado, mantenha-se tranquilo", disse a diretora-geral da Saúde, que assume que os casos detetados noutros países europeus são"extremamente graves", mas também "extremamente raros", escreve o "Observador".

140 pessoas infetadas com COVID-19 depois de serem vacinadas. Caso aconteceu em Portugal
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No entanto, e apesar do pedido de calma aos portugueses, tanto da DGS como do Infarmed, ambas as entidades apelam à vigilância de três sintomas, caso tenha recebido a vacina da AstraZeneca.

Mal-estar persistente, "durante alguns dias", especialmente se for acompanhado de nódoas negras ou hemorragias cutâneas são os sinais a que deve estar atento e que o devem levar a consultar um médico. Os profissionais de saúde também devem informar o Sistema Nacional de Farmacovigilância caso suspeitem de reações adversas de quem já foi vacinado.

"Este assunto continuará a ser acompanhado pelas autoridades nacionais de saúde, através da sua participação na avaliação que decorre a nível europeu em conjunto com as autoridades congéneres europeias", garantiram a DGS e o Infarmed num comunicado divulgado esta noite de segunda-feira, tal como relata o "Observador".

Apesar de, em Portugal, terem sido reportados dois casos de tromboembolismo, Rui Ivo, presidente do Infarmed, garantiu que foram casos "distintos" que "motivaram a recomendação" de suspender a vacina, com um "perfil clínico diferente" e que "estão totalmente em recuperação". No mesmo comunicado das duas entidades de saúde, os casos em questão são descritos como de "menor gravidade e complexidade face aos casos reportados a nível da União Europeia que estão em avaliação".

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