A partir de agora, todas as pessoas com mais de 60 anos que queriam ser vacinadas sem agendamento prévio devem dirigir-se aos centros de vacinação associados ao centro de saúde em que estão inscritos, geralmente próximo da área de residência. A informação foi dada esta quarta-feira, 9 de junho, pela equipa de trabalho responsável por implementar o plano de vacinação contra a COVID-19 no País, num comunicado à Agência Lusa, citado pelo "Diário de Notícias".

Esta nova modalidade, que a equipa de trabalhos descreve como "casa aberta", foi criada para a administração de primeiras doses da vacina a todos as pessoas com mais de 60 anos. Neste registo, estão dispensados do agendamento todos os utentes que cumpram o requisito da idade e que ainda não tenham recebido a primeira dose.

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Nesta fase, todos os centros de vacinação estarão abertos de segunda a sábado, inclusive feriados, segundo a SIC Notícias. Alguns podem encerrar aos domingos.

A ideia é vacinar todas as pessoas que, por um motivo ou por outro, não conseguiram agendar a toma da vacina, garantindo assim que "ninguém fica para trás", segundo explica o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, coordenador da equipa de trabalhos, citado pelo jornal "Expresso".

No domingo, 6, Portugal registou um total de mais de seis milhões de doses de vacinas administradas contra a COVID-19. Destas, cerca de 3,8 milhões correspondem a primeiras doses e 2,2 milhões a segundas doses. "Neste momento, 40% da população portuguesa (incluindo regiões autónomas) já recebeu pelo menos uma dose da vacina e mais de 22% já tem o esquema vacinal completo", detalhou o ministério da Saúde em comunicado, tal como escreve o "Observador".

Relativamente à imunização por faixa etária, no continente a percentagem de pessoas com mais de 60 anos que já recebeu uma dose da vacina é de quase 95% e a das pessoas com idade superior a 50 anos é de 81%.

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"O País está assim cada vez mais perto de alcançar a meta definida de ter 70% da população vacinada com pelo menos uma dose até ao mês de agosto", lê-se no comunicado, citado pelo mesmo jornal.

Quanto às reações adversas provocadas pela vacina, estas são cada vez mais raras. Das 5,8 milhões de doses administradas até 30 de maio, o País registou 6.695 suspeitas de reações adversas (0,12%, um caso em cada 833 vacinas), explicou  a "TSF"  na segunda-feira, 7, com base no último relatório da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, acrescentando que este número representa uma descida face aos 0,15% registados até 6 de maio.

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