Se antes passeava pela Rua de Sá da Bandeira, no Porto, e via a notável fachada de ferro com construções à volta, hoje pode olhar duas vezes: A Brasileira reabriu no dia 26 de março.

Onde estava uma propriedade do “Caffé di Roma”, hoje encontra-se um restaurante que aguça a curiosidade. O chão, colunas e paredes em tons acobreados mantiveram-se, fazendo quem entra recuar mais de 100 anos; mas são os apontamentos de azul petróleo nos sofás e a mobília moderna que nos trazem de novo para a atualidade.

A MAGG teve a oportunidade de ir para a cozinha com o chef escolhido para este desafio: Rui Martins, que nos apresentou uma seleção de pratos, de ver e chorar por mais.

O chef Rui Martins decidiu participar nesta aventura / Flor Salgueiro

“Faz falta lembrarmo-nos quem somos, onde estamos”, por isso, “todos os pratos são de cariz tradicional”, conta o chef, que vê todas as refeições como uma história a contar.

Para as entradas, foi-nos apresentado o tártaro de atum (12€), envolvido numa massa de azevias crocante em forma de cone, inspirada “nos verões com cornetos de morangos”, como revela Rui Martins. O toque final é o mesmo que suporta os cones, nada mais nada menos que os conhecidos grãos de café importados do brasil.

O tártaro de atum faz os verões / Flor Salgueiro

Se quiser explorar outras opções para a entrada, tem o choco frito (12€), a “punheta” de bacalhau (12€), os ovos mexidos (9€), ou as ervilhas com chouriço (5€).

De seguida, a opção perfeita para aquecer nesta primavera fria: o caldo verde (4€). Uma sopa tipicamente portuguesa feita para incluir o cliente na confeção da mesma, envolvendo dois momentos, sendo que é apenas quando se mexe a sopa que se vê a couve-galega. Também pode escolher a sopa de legumes do dia (4€), a salada de polvo com vinagrete e paprika fumada (10€) ou a salada de alface e tomate, ovo e pickles (6€).

Pode não parecer, mas é mesmo caldo verde/ Flor Salgueiro

Para o prato principal, há o bacalhau à lagareiro (12€), o bitoque (16€) e presa de porco ibérico (8€). O bacalhau à brás (12€) tem um toque especial, “uma vivência diferente de um bacalhau”, servido com uma gema de ovo cremosa com salada mista e “um cappuccino de ovo”, explica Rui Martins. Já o arroz negro (12€) com lulas, é servido em pratos com um design que faz lembrar as ondas do mar.

O bacalhau à brás mostra-se numa versão menos tradicional / Flor Salgueiro

Para adoçar o paladar há sempre lugar para as sobremesas. A que nos foi apresentada foi a tarte de queijo (5€), feita com um queijo exclusivo, como o chef afirma: “Com o signo da brasileira”. E mais não diz porque “o segredo é a alma do negócio”.

Para terminar a refeição tem várias opções de sobremesa como esta tarte de queijo / Flor Salgueiro

Mas pode contar com outras opções para terminar a sua refeição, como a tarte de maçã (5€), a tarte de limão (5€) ou a mousse de chocolate (5€).

O que o chef mais quer é que “desfrutem” e tornem o fine dining em fun dining.

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