Neste universo pautado pelos avanços tecnológicos, o amor encontra-se através de uma amostra de ADN que, quando compatível, une pessoas para a vida. O conceito, para já apenas circunscrito à ficção, é o ponto de partida de "The One", a nova grande série da Netflix que conta com os portugueses Albano Jerónimo e Miguel Amorim no elenco.

Estreada esta sexta-feira, 12 de março, a série vai acompanhar os esforços de uma investigadora na área da genética, interpretada pela atriz Hannah Ware, à medida que se esta se faz valer uma tecnologia digna do universo de "Black Mirror" — a proposta de tentar encontrar o par ideal para alguém através da recolha e comparação de amostras de ADN, como um fio de cabelo, num serviço digital de encontros revolucionário.

Quais são as implicações éticas e legais disto, pode estar a perguntar? Não sabemos. Mas, e porque à ficção científica é permitido extravasar os limites do real, talvez isso não importe nem o foco esteja aí.

É precisamente neste contexto que surge a personagem de Albano Jerónimo, um professor de surf, que acaba identificado como a combinação perfeita para a protagonista que se torna cobaia da sua própria invenção. Porque uma história dramática precisa de reviravoltas, contraditório e conflito, aquilo que espera à relação é tudo menos perfeição.

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Pelo meio, claro, há mentiras, traições e um crime misterioso que promete pautar todas as interações das personagens quando é encontrado um corpo a boiar no rio. Quem matou e por que motivos, é o mistério principal que decorrerá em paralelo com uma análise minuciosa sobre o que é isto de nos apaixonarmos por quem partilha genes compatíveis.

Inspirada no livro com de John Marris, a primeira temporada de "The One" conta com oito episódios com cerca de 40 minutos cada. Do elenco, fazem parte nomes como Diarmaid Murtagh, Lois Chimimba, Jana Pérez, Zoë Tapper, Eric Kofi-Abrefa, Dimitri Leonidas, Stephen Campbell Moore e Gregg Chillin

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