Ainda que "Squid Game" continue na lista dos conteúdos mais vistos da Netflix em Portugal, há outra que tem conquistado utilizadores do serviço. "My Name", outra série coreana, dá corpo aos dilemas de uma jovem que, para vingar a morte do pai, se alia a um barão do crime que a quer infiltrada na polícia da Coreia do Sul.

Sem pensar duas vezes, a jovem aceita e depressa se vê a ter uma vida dupla sem precedentes e para a qual não está preparada. As consequências, claro, são sempre drásticas e não demoram até se fazerem sentir.

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Ainda que mais sóbria e próxima do género de thriller quando comparada com outras produções sul-coreanas, é uma das nossas sugestões caso já tenha terminado "Squid Game" e não saiba o que ver a seguir.

Se preferir romance, também o há. Em "Lovestruck in the City", terá a oportunidade de acompanhar a relação conturbada de um casal que se apaixona à primeira vista, mas cujo amor pode estar destinado ao fracasso. Mas há mais para ver.

Mostramos-lhe 6 séries sul-coreanas que pode ver na Netflix se já tiver terminado "Squid Game" e não souber exatamente para quem história se atirar a seguir.

"My Name"

Depois de "Squid Game", esta foi outra das séries sul-coreanas que começou a subir no top dos conteúdos mais vistos da empresa de streaming em Portugal. À data de publicação deste artigo, a série é a sexta mais vista da plataforma, à frente de outras como "Sex Education".

Nesta história, acompanhamos os dilemas de uma mulher que, para vingar a morte do pai, decide pôr-se nas mãos de um poderoso barão do crime na Coreia do Sul. É desta relação que o criminoso surge que esta mulher se infiltre na polícia.

Ela fá-lo, mas as consequências depressa lhe batem à porta. Ao contrário de "Squid Game", "My Name" é uma história mais sóbria, aproximando-se do thriller enquanto género.

"It's Okay to Not Be Okay"

Parece um drama juvenil e meloso, mas as séries dramáticas sul-coreanas envolvem sempre dilemas complexos e de consequências não menos difíceis de se lidar — mesmo que, pelo meio, haja romance envolvido.

É o caso desta "It's Okay to Not Be Okay", também disponível na Netflix, e que conta com apenas uma temporada. No centro da história estão uma autora de livros infantis e o funcionário de um clínica psiquiátrica.

O que é que os dois têm em comum? O facto de se encontrarem na clínica, durante uma sessão de autógrafos promovida pela autora, e as suas vidas — aparentemente distintas — se cruzarem de diversas formas. A série aborda temas como o amor, mas também os distúrbios psicológicos destas personagens.

"Lovestruck in the City"

Pediu mais romance? Então, "Lovestruck in the City" é a próxima série sul-coreana que tem de começar a ver o mais depressa possível.

Ao longo de dez episódios, percebemos como, no seu primeiro dia de férias, Park Jae-won, um arquiteto coreano, se apaixona por uma mulher que nunca viu, mas cujo espírito livre e a forma despretensiosa como encara a vida, o atraiu logo no primeiro instante em que a conheceu.

Depois de passarem a noite juntos a ver o fogo de artifício que ilumina as ruas de Seul, os dois estão destinados a nunca mais se verem um ao outro. No entanto, este jovem decide desafiar o destino e partir em busca da amada.

É neste processo, no entanto, que surgem inúmeros mal-entendidos. O romance, percebemos de início, não será fácil.

"Chief of Staff"

Se, no entanto, prefere histórias sobre como se movimentam os ricos e poderosos da sociedade, espreite "Chief of Staff". Disponível na Netflix, conte com duas temporadas de traições, reviravoltas impressionantes e momentos de alta tensão.

Enquanto chefe de gabinete da Assembleia Nacional da Coreia do Sul, Jang Tae-Jun protagoniza uma verdadeira história de ambição ao manipular os bastidores do poder num esquema mesquinho, mas eficiente, com o único objetivo de chegar ao topo hierárquico.

O caminho, sabemos, é sempre moroso. Mas este homem, sempre determinado e implacável, não olhará a meios para atingir os fins. Quem se atrever a tentar pará-lo, conhecer-lhe-á a raiva.

"Love Alarm"

Foi a primeira série sul-coreana a ser comprada pela Netflix. Estreada em 2019, em "Love Alarm" ficamos a perceber como cabe a uma a uma nova e revolucionária aplicação para telemóveis a responsabilidade de indicar aos utilizadores se as pessoas com quem se cruzaram na rua gostaram ou não delas. É esse o ponto de partida para uma possível relação ou para muitos problemas.

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Neste história juvenil, percebemos que esta tecnologia foi criada por substituir os sentimentos que as pessoas nutrem umas pelas outras. Só que isto gera relações mais supérfluas e quase sempre infelizes.

Os utilizadores deste serviço relacionam-se porque, engolidos por este mundo cada vez mais frenético e automatizado, acreditam que a aplicação funciona sem margem de erro. Mas o erro está sempre presente. E as consequências da utilização deste serviço começam a sentir-se logo no primeiro episódio.

"Start-Up"

Entre o drama e a comédia, esta história juvenil foca-se num grupo de jovens que se movimenta pela indústria tecnológica da Coreia.

Os protagonistas são quatro, e todos eles têm ambições e cargos específicos na Sandbox, o seio tecnológico que promove a criação de novos negócios e protege aqueles que se estejam a iniciar no universo das start-ups tecnológicas.

Estreou-se em 2020 na Netflix e conta com uma primeira temporada composta por 10 episódios de mais de uma hora.

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