Bebés. Pequenos seres humanos com um cheiro tão particularmente reconfortante, que despertam em adultos a bizarra vontade de os cheirar. Durante segundos. Ou vários minutos.

Sabemos do que falamos: a redacção da MAGG foi, numa manhã, invadida por bebés. Quisemos tirar a teima: se eles conseguem identificar as mães pelo cheiro, e se este é um dos primeiros sinais da ligação que desenvolvem um com o outro, será que elas também são capazes do mesmo? É isso: vendámos os olhos a cinco mulheres e desafiámo-las a identificarem os filhos só usando o nariz, sem lhes falar ou tocar. Nesse dia, os miúdos não receberam uma gota de perfume nem creme espalhado pelo corpo ou rosto — não traziam nenhum cheiro que não o deles, o natural.

A jornalista da MAGG Catarina Ballestero, mãe da Carmo de 10 meses aceitou fazer parte da experiência, bem como a blogger Catarina Beato — autora da página “Dias de uma Princesa” — que trouxe a filha Maria Luísa, de 18 meses. Também recebemos Maria Silva, comercial, mãe do João, de cinco meses. Débora Infante, fisioterapeuta, com o filho Santiago, de dez meses, e Guga Castelo-Branco, account manager, mãe da Matilde de um ano, entraram igualmente no jogo. E o resultado foi?

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