Já vimos "O Diabo Veste Prada" vezes suficientes para saber que nem todos os azuis são iguais, mesmo que Andy Sachs, interpretada por Anne Hathaway, ache que sim. E prova disso é que há um tom de azul muito específico a ser o protagonista da estação. Falamos do cobalto, que é bem mais vibrante e impossível de ignorar do que qualquer outro.
Esta tonalidade é o ponto de encontro entre o clássico e o arrojado. Por um lado, não é tão sereno quanto o azul pastel, nem tão denso quanto o navy. É um meio-termo que explode e que, apesar da intensidade, não perde elegância. Ou seja, é um azul com muita presença, mas que não deixa de ser suficientemente sofisticado para vestir em qualquer ocasião.
As celebridades trataram de selar o destino da tendência. Dakota Johnson surgiu num vestido de renda Gucci num azul tão intenso que parecia brilhar sozinho no Festival de Cinema de Zurique; Greta Lee, por sua vez, reinterpretou o tom numa versão futurista num conjunto Luar em Paris.
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Nas passerelles, também foi impossível ignorar esta cor. Roksanda, Emilia Wickstead, Edeline Lee e Tove iluminaram a London Fashion Week com peças neste tom vibrante. Já Jil Sander, Fendi e Gucci fizeram do cobalto o novo fetiche cromático em Milão, da alfaiataria impecável aos casacos oversized de pele sintética.
De uma coisa temos a certeza: é bem provável que o azul se torne uma das cores das estações frias, ficando lado a lado com opções como o castanho chocolate, assumindo-se como um tom perfeito para quem quer romper a monotonia dos beges e cinzentos. E se quer render-se aos seus encantos, temos várias peças para si.