Máscaras transparentes? Existem, chegaram a Portugal e são a novidade que vai deixar as máscaras com flores e padrão animal a um canto. As novas máscaras higiénicas reutilizáveis da marca Xula Mask vêm melhorar o contacto social, não só porque será mais fácil reconhecer caras e a expressão de emoções, como facilitam a leitura labial, contribuindo para a inclusividade. Contudo, as vantagens não ficam por aqui.

As máscaras com certificação europeia — têm uma eficácia superior a 96%  contra aerossóis e superior a 95% a filtrar partículas — usam alta tecnologia que permite melhorar a impermeabilidade, ou seja, criar uma barreira contra as gotículas do vírus da COVID-19 (e outros). Outra tecnologia, resultado de uma colaboração com a empresa suíça HEIQ, diz respeito ao facto de neutralizar a ação de germes, vírus e bactérias em 99,9% num período máximo de 10 minutos.

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Contudo, esta eficácia comprovada tem um limite. A máscara reutilizável é eficaz até 40 lavagens a 60ºC e deve ser lavada à mão ou no programa sedas. Quanto à secagem, o ideal será num secador a quente para reativar o revestimento protetor.

Mas o ponto alto para uma parte da população pode estar neste pormenor: é o fim dos óculos embaciados. Isto porque o tecido é altamente respirável e evita a condensação do vapor do água da respiração. O tecido é transparente, mas as máscaras têm um apontamento de cor, como branco ou preto, azul e há até uma máscara com missangas.

Além de ser um novo item de proteção contra o vírus da COVID-19, as novas máscaras da Xula Mask poderão tornar-se um acessório de autoconfiança (os novos batons já podem sair à rua) e de inclusão, não só para pessoas surdas, como para pessoas autistas, com demência senil ou doença de Alzheimer, para quem estas máscaras foram pensadas.

As máscaras para adultos e crianças custam desde 16,95€ e vão do tamanho XS ao L. Estão disponíveis online, em farmácias, parafarmácias e outros espaços comerciais.

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