As duas empresas responsáveis pela vacina Pfizer-BioNTech garantiram esta quinta-feira, 28 de janeiro, que esta mantém grande parte da eficácia contra as principais mutações do vírus da COVID-19, registadas já no Reino Unido e África do Sul.

Em comunicado, a Pfizer e BioNTech adiantam que, de acordo com os resultados dos testes in vitro, não se verifica a "necessidade de uma nova vacina para fazer face às variantes emergentes", referem em comunicado, citado pela agência Lusa. 

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As empresas acrescentam, no entanto, que "vão continuar a monitorar as variantes emergentes estando prontas a reagir" caso se venham a demonstrar resistência à vacina.

Na mesma semana, a diretora da Agência Europeia do Medicamento (EMA) havia dito que as vacinas desenvolvidas em conjunto pelas duas empresas seriam eficazes contra a COVID-19, embora a mutação da África do Sul tenha sido descrita como "mais complicada". 

"No que toca às duas vacinas que já foram autorizadas, pedimos às empresas para verificar o efeito das novas variantes no seu desempenho e [...], de acordo com os estudos preliminares, estas vacinas continuarão a ser eficazes pelo menos relativamente à variante britânica", disse.

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