Um rei, uma rainha, um mosteiro para construir e intrigas internas na corte. Esta podia ser a premissa de uma série de época da Netflix ou da HBO, mas não. É um telefilme, bem português, e conta a saga da construção do mosteiro da Batalha, erguido para celebrar a vitória sobre Castela na batalha de Aljubarrota, segundo a obra homónima de Alexandre Herculano.

D. João I (João Catarré) e D. Filipa de Lencastre (Maya Booth) têm entendimentos diferentes sobre quem deve ser o mestre a executar tão grandiosa obra. O cisma vai dividir a corte mas, perante a cegueira do Mestre Afonso Domingues, D. João I acaba por ceder e adjudicar a construção do monumento a um arquiteto estrangeiro (David Huguet).

A enorme abóbada do mosteiro acaba por derrocar e, perante o desastre, D. João I chama o que sempre foi seu eleito, Mestre Afonso (José Martins), que mesmo que cego dirige a construção da estrutura gótica de uma nova abóbada.

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Cláudia Clemente é a realizadora de "A Abóbada", que conta ainda com nomes como Filipe Vargas, João Didelet, Tobias Monteiro e António Maria nos principais papéis.

"A Abóbada", um dos telefilmes da iniciativa Trezes, estreia na RTP1 esta sexta-feira, 26 de fevereiro, às 23h00.

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