O crime terá ocorrido no dia 10 de junho de 2021, na Póvoa do Varzim, com Danny Eusébio, o suspeito do crime, a introduzir um objeto contundente na zona anal, causando graves hemorragias de sangue ao trabalhador, de 51 anos. Oleg Bergovenko foi escravizado, agredido e insultado pelo patrão durante três anos e, de acordo com o "Correio da Manhã", o ucraniano não tinha salário e vivia numa rulote sem condições. 

De acordo com a acusação do Ministério Público, o alegado homicida, que era horticultor, “sabia que o seu ato era cruel e que causava sofrimento”, podendo causar a morte ao empregado, mas fê-lo porque quis. Com a ajuda da mãe e de um sócio, o patrão do ucraniano tentou esconder o assassinato, simulando uma morte com causas naturais. De acordo com o CM, Danny terá levado o cadáver para casa da mãe, colocando-o numa cadeira para de seguida ligar para o 112. 

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O homem vai ser julgado por escravidão, homicídio qualificado e profanação de cadáver. Também a mãe, Maria Eusébio, a mulher, Sónia Braga, e o sócio, José Silva, vão ser julgados por este crime. O empresário já teria sido detido dias após crime, no dia 25 de junho 2021, tendo ficado sujeito a pagar 25 mil euros de caução, bem como a apresentações periódicas na esquadra. Desde outubro que está preso, em prisão preventiva.

Durante o crime, segundo o que o processo relata, e que o CM cita, o empregado terá ido com o patrão a um café comprar duas garrafas de vinho. Ambos voltaram para as estufas da Póvoa do Varzim e foi depois de terem ingerido as bebidas alcoólicas que o alegado crime ocorreu. 

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