Primeiro, descartou a ideia. Agora, segundo a imprensa britânica, rendeu-se ao pedido dos vários deputados que gritaram "adeus, Boris" ["bye, Boris"] na Câmara dos Comuns, esta quarta-feira, 6 de julho. Depois de o governo britânico ter registado 54 demissões em apenas 48 horas, a BBC confirma que Boris Johnson vai apresentar a demissão da liderança do partido Conservador.

O primeiro-ministro britânico terá tomado a decisão de se demitir por volta das 8h30 desta quinta-feira, 7, depois de uma conversa com Graham Brady, presidente do Comité 1922, um orgão que coordena as eleições do partido e que é composto por deputados sem quaisquer funções governativas, avança o jornal "Observador".

Steven Swinford, editor de Política do "The Times", recorreu ao Twitter para comentar a situação e avançou que Brady terá concluído que a demissão do atual primeiro-ministro seria a melhor opção para os interesses não só do partido Conservador, mas do país.

A imprensa britânica avança a decisão como certa, com a ressalva de que o primeiro-ministro permanecerá nos comandos do partido até que seja eleito um novo líder para o mesmo no congresso de outono, mas Boris Johnson ainda não falou ao país. Deve fazê-lo ainda esta quinta-feira, 7, durante o período da manhã, de acordo com a Sky News.

A informação de que o primeiro-ministro promoveu Chris Pincher a um cargo governamental, com noção de que existiam queixas de assédio sexual contra o conservador, terá sido a gota de água. No entanto, para além de relações a alegados escândalos sexuais, a liderança de Boris Johnson já havia sido posta em causa à data da Partygate, uma polémica relativa a festas ilegais que teriam acontecido nos escritórios do governo em 2020, durante o auge da pandemia de COVID-19.

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