Os duques de Sussex estão a fazer tudo para conseguir atirar a estreia da série documental sobre a sua vida que deveria ser libertada ainda este ano. O príncipe Harry e Meghan Markle receberam mais de 100 milhões de dólares (101 milhões de euros) aquando da assinatura do contrato, em 2020, mas após a morte da rainha resolveram tentar fazer alterações de última hora. Fontes próximas do casal garantem que o objetivo é o de tentar amenizar algumas das coisas que foram ditas, que podem cair muito mal junto da opinião pública, num momento tão próximo ao da morte da rainha. Harry e Meghan estarão a tentar que algumas das cenas gravadas sejam eliminadas, e que possam ser feitas novas entrevistas, numa tentativa de não hostilizar ainda mais o rei Carlos III e o filho herdeiro, William, que continuam de costas voltadas para Harry.

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"Eles estão a tentar minimizar muito do que disseram sobre o rei Carlos III, a rainha consorte Camilla e o príncipe e princesa de Gales". Quem o revela é uma fonte próxima de Harry e Meghan, em declarações ao Daily Mail. "Estão a decorrer muitas conversas. Sei que Harry e Meghan querem empatar, e que a série seja emitida apenas no próximo ano. Não sei mesmo se não vão tentar cancelar de todo a série".

Mas não chega a vontade de Harry e Meghan. Há um contrato assinado, em que receberam mais de 100 milhões de dólares, logo na assinatura, e há toda uma série já gravada e, em grande parte, editada. A Netflix investiu muito dinheiro nesta grande aposta e tem tudo alinhado para a série ser libertada na plataforma "já em dezembro", afirmou ao jornal inglês uma fonte próxima do canal de streaming. "Há muita pressão sobre Ted Sarandos (CEO da Netflix), que tem uma boa relação com Harry e Meghan, para que a série seja cancelada".

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Os duques de Sussex querem, no entanto, mudar a série para algo mais à volta da sua história de amor, e não tanto nas guerras da família real. Recentemente, Meghan Markle deu uma entrevista à "The Cut", que faz parte da "New York Magazine", em que disse que essa história de amor é "uma das partes" da sua vida que ainda não foi capaz de "partilhar com o público", já lançando a escada para uma possível alteração no ângulo do documentário.

Esta tentativa de mudar de discurso por parte de Harry e Meghan não se fica pela série. Também na sua autobiografia, que promete ser bombástica, Harry poderá fazer alterações de última hora, após a morte da rainha. De acordo com o que escreveu o "Daily Mail" na edição do passado domingo, 25 de setembro, Harry tem muito receio de que várias partes do livro "caiam muito mal" junto da família real mas sobretudo da opinião pública. Esta não seria a primeira vez que Harry quereria mexer no livro. A primeira versão teve de ser alterada, já que a própria editora entendeu que ultrapassava algumas linhas vermelhas, temas que considerou serem "demasiado sensíveis". Harry terá amenizado algumas coisas na nova versão.

"Pode haver coisas no livro que podem não parecer muito boas se saírem tão próximo da morte da rainha. Harry quer que alguns capítulos sejam editados e reescritos, mas poderá ser demasiado tarde", confirma a mesma fonte. Recorde-se que o príncipe recebeu, pela assinatura do contrato de produção do livro, qualquer coisa como 40 milhões de libras (45 milhões de euros).

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