Um mulher de 50 anosque estava desaparecida foi encontrada morta dentro de uma cobra pitão. A mulher, de nome Jahrah, não tinha regressado a casa depois de ter passado o dia a trabalhar numa plantação de borracha, e o marido alertou as autoridades, que a deram como desaparecida. Após várias buscas no local entre a morada da plantação e a sua casa, foram encontrados alguns pertences e roupas numa zona de mata, o que levou a que se suspeitasse de um crime. E foram vários populares que acabaram por encontrar uma cobra pitão com um tamanho anormalmente grande, e com pouca mobilidade, que suspeitaram de que a mulher pudesse ter sido comida pelo animal. E acertaram.

O caso aconteceu na região de Betara, na Indonésia, e foi revelado pela estação de televisão CNN.

"Confirmamos que a vítima foi encontrada no estômago da serpente", avançou o chefe da polícia de Betara, Jambi Harefa, após o corpo ter sido descoberto dentro da cobra, que teria aproximadamente 5 metros de comprimento.  "Depois de terem cortado a barriga, descobriram que era Jahrah dentro", explicou o agente, em declarações à CNN local.

Brasil em choque. Pai vai almoçar a casa e encontra as filhas mortas debaixo do cobertor — mãe já confessou o crime
Brasil em choque. Pai vai almoçar a casa e encontra as filhas mortas debaixo do cobertor — mãe já confessou o crime
Ver artigo

Esta foi a terceira morte por ataques de cobra pitão na região, mas desde 2018 que não havia qualquer incidente do género. As cobras pitão habitualmente comem pequenos animais, como ratos, esquilos ou galinhas, mas quando crescem e atingem tamanhos superiores aos 4 metros tendem a procurar animais maiores, já que o número de calorias que aporta um animal pequeno é insuficiente. Há relatos de pitões que comem porcos, ovelhas, macacos e também seres humanos ou até vacas. Estas cobras têm mandíbulas ligadas por ligamentos muito flexíveis para que possam esticar-se em torno de grandes presas.

"Na essência, elas podem ficar tão grandes como as suas próprias presas", explicou Mary-Ruth Low, oficial de conservação e investigação da Wildlife Reserves de Singapura, em declarações à CNN.

As coisas MAGGníficas da vida!

Siga a MAGG nas redes sociais.

Não é o MAGG, é a MAGG.

Siga a MAGG nas redes sociais.

Fale connosco

Se encontrou algum erro ou incorreção no artigo, alerte-nos. Muito obrigado.