Quem trabalha no Citigroup, uma das maiores entidades bancárias dos Estados Unidos, e não está vacinado contra a COVID-19 (sem apresentar uma razão) vai ser despedido no final do mês.

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De acordo com um documento interno divulgado esta sexta-feira, 7 de janeiro, a instituição bancária estabeleceu o dia 14 deste mês como data-limite para os funcionários se vacinarem ou apresentarem uma isenção por motivos religiosos, médicos ou legais, escreve a CNN Portugal, com base na notícia avançada pela agência EFE.

A partir de 15 de janeiro, quem não estiver vacinado, e falhar na apresentação de uma justificação, ficará suspenso, sem remuneração, e será oficialmente despedido no final do mês, diz ainda o documento que foi distribuído aos trabalhadores.

A decisão de despedir as pessoas não vacinadas acontece depois de, em outubro de 2021, a entidade bancária ter revelado que ia exigir a vacinação a todos os funcionários com base na portaria da administração liderada por Joe Biden, que exige a imunização aos funcionários contratados pelo governo.

Ao "The New York Times", uma fonte do banco referiu que mais de 90% dos cerca de 65 mil colaboradores do Citigroup nos Estados Unidos já estão vacinados, escreve a CNN Portugal.

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