O Facebook, Instagram e WhatsApp estiveram em baixo mais de seis horas, devido a "uma alteração de configuração defeituosa", revelou a empresa Facebook na segunda-feira à noite, 4 de outubro. O apagão afetou pessoas e empresas de todo o mundo, bem como Mark Zuckerberg, fundador da rede social Facebook, que perdeu mais de seis mil milhões de dólares (mais de cinco mil milhões de euros) durante o apagão e acabou mesmo por descer de posição na lista dos mais ricos do mundo, de acordo com a agência de informação financeira Bloomberg.

A falha no sistema parece, no entanto, não ter afetado os dados pessoais dos utilizadores. Não há, para já, "provas de que os dados dos utilizadores tenham sido comprometidos como resultado" do apagão, que em Portugal começou a ser sentido por volta das 16h30.

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As redes sociais voltaram a funcionar por volta das 23h, após um esforço que a equipa do Facebook admitiu estar a fazer. "Estamos a enfrentar problemas na rede e as equipas estão a trabalhar o mais rápido possível para expurgar e restaurar o serviço o mais depressa possível", pode ler-se no Twitter do responsável pela área da tecnologia do Facebook (CTO), Mike Schroepfer, que pediu "sinceras desculpas".

Contudo, a demora deveu-se também ao facto de a falha ter afetado o acesso da equipa que poderia descobrir o problema ao edifício da Facebook, segundo a "BBC". De acordo com a plataforma Downdetector, um total de 10,6 milhões de pessoas de todo o mundo foram afetadas pelo problema, mas estima-se que esse número seja muito maior: 3,5 mil milhões de pessoas.

As seis horas de apagão não só implicaram a perda de uma fortuna para o fundador do Facebook, como para o mundo. A organização não governamental NetBlocks, que se dedica à cibersegurança, estima que devido à diminuição de receita das redes sociais, a economia global poderá ter perdido 160 milhões de dólares (cerca de 138 milhões de euros).

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