A Carris Metropolitana, empresa que vai gerir toda a rede de autocarros da região de Lisboa, deveria entrar em funcionamento ao longo deste verão em todos os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML). Porém, este arranque poderá ser adiado pela falta de autocarros e de formação a motoristas.

Previsto para 1 de julho, o começo das operações em todas as áreas está em vias de ser alterado para o final do ano, tal como deu conta a "Renascença". Este possível atraso poderá dever-se à falta de motoristas e ao facto de muitos dos que foram contratados ainda estarem a ter formação acerca dos novos horários e percursos, esclarece a rádio.

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"Ainda é possível que o arranque em algumas áreas seja adiado. À data de hoje, alguns operadores ainda têm fortes interrogações sobre vários elementos, e isso pode fazer com que a operação não arranque", disse Rui Lopo, um dos administradores da Transportes Metropolitanos de Lisboa, detentora da Carris Metropolitana, à mesma rádio.

Além disso, alguns operadores ainda estão à espera de autocarros, "na casa das centenas, e pode não ser possível garantir esse fornecimento em tempo útil". Deste modo, "é provável que o processo possa ser adiado", revelou o administrador. Assim, embora comece a funcionar em algumas áreas, a operação pode apenas atingir a total capacidade no final do ano. 

"Pode dar-se esse caso por um conjunto de limitações, particularmente dos recursos humanos. São cenários que estão a ser equacionados", acrescenta Rui Lopo, citado pela "Renascença". O arranque em Setúbal, Palmela, Moita, Montijo, Alcochete, Almada, Seixal e Sesimbra continua previsto para 1 de julho.

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