Os alunos portugueses estão a perder cada vez mais o interesse pelas aulas online. Após o País ter parado em março de 2020, com o primeiro confinamento, as crianças e adolescentes foram encaminhadas para o ensino à distância, cenário que se voltou a repetir em janeiro de 2021, quando Portugal foi atacado por uma nova vaga da pandemia.

Ansiedade em crianças e jovens dispara. Pediatras pedem reabertura das escolas
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Apesar de as crianças das creches, pré-escolar e primeiro ciclo terem regressado às escolas a 15 de março, os restantes alunos continuam com as aulas online — e os diretores escolares alertam para os crescentes casos de "abandono de interesse e motivação", escreve o "Correio da Manhã".

Esta sexta-feira, 26 de março, marca o final do segundo período, sendo que grande parte deste ocorreu dentro de casa, com os alunos a terem aulas em frente a um computador. "Houve mais aulas à distância do que presenciais. No caso dos mais novos, a diferença foi menor", disse Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), referindo-se aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo, salienta a mesma publicação.

De acordo com o plano de desconfinamento do governo português, abril marca o regresso dos restantes estudantes portugueses às escolas: a 5, começam as aulas para o 2.º e 3.º ciclo, bem como os ATL's para as mesmas idades, e a 19 os alunos do ensino secundário e superior também regressam às escolas e universidades, respetivamente.

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