O governo está a estudar a possibilidade de os centros comerciais de Lisboa não abrirem ao mesmo tempo do que os restantes noutros pontos do país. Isto porque o número de infetados por COVID-19 tem estado a crescer nesta região e é necessário conter a evolução do novo coronavírus.

Os centros comerciais não são caso único. O governo está mesmo a pôr a hipótese de atrasar algumas medidas de desconfinamento na região de Lisboa e Vale do Tejo devido ao surto que se faz sentir nesta zona do país. Esta foi uma das hipóteses levantadas na reunião quinzenal que juntou especialistas de saúde pública, líderes partidários e as mais altas figuras de estudo. Esta é uma hipótese que está em aberto, avança o jornal “Expresso”.

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“Neste momento, a vigilância epidemiológica é de fundamental importância, assim como eventualmente, para esta região ou pelo menos para alguns dos concelhos, considerar-se o atrasar das medidas prevista para dia 1 de junho é algo que tem de ser debatido e foi assumido por parte do Governo que essa reflexão será feita antes do Conselho de Ministros de amanhã [sexta-feira]”, afirmou o deputado Ricardo Batista Leite, de acordo com o “Dinheiro Vivo”.

Nessa reunião, terá sido ainda sugerido abrir uns espaços comerciais e deixar outros fechados, sempre na região de Lisboa, mas o primeiro-ministro garantiu que para abrir, ou se abriam todos ou nenhum. Ainda assim, não terão ficado decididas as medidas a adotar.

Na mesma ocasião terá sido levantada como hipótese outra medida: o cerco sanitário como se chegou a falar para Ovar, avança o “Expresso”. O mesmo jornal explica que, adotando essa medida, não serviria para isolar populações mas para separar as pessoas e isolar os infetados.

A decisão definitiva sobre o atraso do desconfinamento na região de Lisboa e Vale do Tejo ainda não é conhecida.

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