Há mais 15 mortes e 673 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quarta-feira, 17 de março, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

A marcar a atualidade está o facto de os profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que estão na linha da frente no combate à COVID-19, ainda não terem recebido o subsídio de risco prometido pelo governo, que deveria ter começado a ser pago em fevereiro, escreve o jornal "Público".

Já há lista de espera nas farmácias para a compra de testes rápidos
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O subsídio em questão, que foi aprovado no Orçamento de Estado para 2021, deve, segundo o mesmo jornal, ser pago de dois em dois meses durante estados de emergência, calamidade ou contingência. Médicos, enfermeiros, pessoal do INEM e todos os restantes profissionais do SNS que "pratiquem atos diretamente e maioritariamente relacionados com pessoas suspeitas e doentes infetados com a doença COVID-19" deverão receber o subsídio de risco que corresponde a 20% da remuneração de base, não podendo ultrapassar os 219 euros por mês.

Os subsídios ainda não foram pagos, nem serão até ao fim do mês de março, devido ao facto de os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde ainda não terem criado os códigos que permitem aos recursos humanos de cada entidade do SNS processarem o subsídio com os salários, de acordo com a mesma publicação.

Esta quarta-feira soube-se ainda que nas farmácias estão já a ser criadas listas de espera para fazer face ao aumento exponencial da procura de teste rápidos. A portaria que permite às farmácias e a outros locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica a venda de testes rápidos de antigénio saiu esta sexta-feira, 12 de março, e, segundo a presidente da Associação de Farmácias de Portugal, "no sábado houve logo muitas pessoas a perguntarem se o podiam fazer", escreve o "Jornal de Notícias". A maioria das farmácias ainda não deu início à venda de testes rápidos.

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