Embora a generalidade das farmácias ainda não tenham dado início à venda de testes rápidos, já estão a ser criadas listas de espera para fazer face ao aumento exponencial da procura, escreve o "Jornal de Notícias". A informação surge depois de na sexta-feira, 12 de março, o governo ter publicado a portaria que permitia às farmácias e a outros locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica, a venda de testes rápidos de antigénio.

Terá sido imediatamente após a publicação da portaria que as farmácias registaram uma enorme procura. "Na sexta-feira saiu a portaria e no sábado houve logo muitas pessoas a perguntarem se o podiam fazer", explica Manuela Pacheco, presidente da Associação de Farmácias de Portugal (AFP), ao mesmo jornal.

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Alguns dos interessados nos testes, explica, tinham como objetivo tentar perceber se poderiam ou não realizar convívios familiares. No entanto, foi essa procura elevada que levantou várias dúvidas junto da AFP, especificamente sobre de que forma deveriam ser comunicados os casos de infeção positivos que fossem detetados nestes testes e, além disso, a que entidades.

Nesta fase, AFP aguarda a publicação do documento que, espera, permitirá o esclarecimento de algumas dúvidas. Há, no entanto, já algumas farmácias a vender testes rápidos, mas não se sabe se estará ou não a ser feita alguma ilegalidade — uma vez que a diretriz é vaga.

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