Há mais 8 mortes e 2.306 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados este domingo, 1 de agosto, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

Os novos dados são divulgados na mesma altura em que, após a DGS ter feito saber que, para já, não estava recomendada a vacinação contra a COVID-19 de crianças dos 12 aos 15 anos sem doenças associadas, Marcelo Rebelo de Sousa ter vindo a público esclarecer a informação.  O presidente da República informou que "as autoridades sanitárias não proibiram a vacinação no caso de as crianças não terem doenças ou patologias" e que, por isso, "esse espaço continua aberto à livre escolha dos pais", refere a Agência Lusa, citada pelo jornal "Público".

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"As crianças vacinadas beneficiam de uma prevenção que lhes é positiva, isso não foi vedado, nem proibido pela DGS e está aberto aos pais em termos de escolha para os seus filhos", reforçou.

Nesta fase, o que a entidade de saúde referiu é que serão vacinadas as crianças, entre os 12 e os 15 anos, que têm comorbilidades e que, por isso, estejam em risco de desenvolver doença grave após infeção. A decisão foi conhecida esta sexta-feira, 30 de julho, através da diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, que diz que nesta fase não há dados suficientes que suportem a vacinação desta faixa etária.

"A DGS recomenda a vacinação prioritária contra a COVID-19 dos adolescentes com 12-15 anos de idade com comorbilidades associadas a maior risco de doença grave", anunciou Graça Freitas, citada pelo jornal "Expresso", numa decisão com base no parecer emitido pela Comissão Técnica de Vacinação.

Apesar disso, mantém-se a necessidade de vacinar todas as pessoas com 16 ou mais anos "para abranger aqueles em que, atualmente, se verifica um maior número de casos" de infeção, explicou.

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