Há mais 9 mortes e 2.650 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta terça-feira, 13 de julho, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

Apesar da incidência cumulativa estar a aumentar em todas as faixas etárias, o País tem assistido a subidas menos acentuadas nos grupos mais velhos (resultado da vacinação), contrariamente ao que acontece em faixas etárias mais jovens. No último mês, o número de novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias aumentou seis vezes no grupo etário dos 0 aos 9 anos e mais que quintuplicou na faixa dos 20 aos 29, avançou esta segunda-feira, 12, o jornal "Público".

Estudo português revela que doentes oncológicos desenvolveram anticorpos contra a COVID-19
Estudo português revela que doentes oncológicos desenvolveram anticorpos contra a COVID-19
Ver artigo

De acordo com o matemático Carlos Antunes, "as faixas que têm menos cobertura vacinal, abaixo de 50 anos, continuam a ser as que têm maiores taxas de incidência e ritmo de aumento. E todas as regiões verificam o mesmo padrão", disse ao "Público".

Estes são dados que representam assim o impacto positivo da vacinação em Portugal. A marcar a atualidade da vacinação está a notícia de que o número de vacinas administradas na semana de 5 a 11 de julho "superou a estimativa inicial de 850 mil inoculações", referiu o grupo de trabalho responsável pela vacinação esta segunda-feira, 12, adiantando que foram administradas um milhão de vacinas numa semana aos residentes em Portugal continental, escreve o "Expresso".

"Conforme anteriormente anunciado, nesta semana verificou-se um ritmo de vacinação excecionalmente elevado em função da grande disponibilidade de vacinas e da decisão de antecipar para oito semanas o intervalo entre doses da vacina da AstraZeneca", comunicou o grupo de trabalho, citado pelo mesmo jornal, salientando que foi feito um "esforço adicional" para "reforçar a segurança de todos, numa altura de agravamento da situação epidemiológica no País".

Subscreva a newsletter da MAGG.
Subscrever

As coisas MAGGníficas da vida!

Siga a MAGG nas redes sociais.

Não é o MAGG, é a MAGG.

Siga a MAGG nas redes sociais.

Fale connosco

Se encontrou algum erro ou incorreção no artigo, alerte-nos. Muito obrigado.