Numa altura em que os efeitos do novo confinamento começam a ser sentidos, e com os números de novos casos a descerem, também os hospitais registam um abrandamento acentuado de internamentos por COVID-19. Nas últimas 24 horas, de acordo com os dados do boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, existiram menos 380 hospitalizações, num total de 4.850. Este é o valor mais baixo registado desde dia 16 de janeiro, com 4.653 pessoas internadas devido ao coronavírus.

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Também há boas notícias no marcador dos cuidados intensivos: a 13 de fevereiro, foram registadas 803 pessoas nestes serviços, menos 43 do que no dia anterior.

Nas últimas 24 horas, mais 2.856 pessoas testaram positivo para a COVID-19 e foram registados 149 mortos. A região de Lisboa e Vale do Tejo continua a ser aquela que inspira mais preocupação, dado que é nesta zona do País que são contabilizados os maiores números de óbitos (80) e também de novos casos (1.440).

No mesmo espaço temporal, foram também assinalados mais casos suspeitos da estirpe brasileira do vírus, que é mais contagiosa e mortal do que as primeira mutações do coronavírus detetado inicialmente em Wuhan, China, salienta o "Correio da Manhã".

Luís Menezes, diretor-geral da Unilabs Portugal, confirmou a identificação nas últimas horas de mais casos da variante brasileira, mas não adiantou o total de casos positivos, escreve a mesma publicação. Anteriormente, o laboratório já havia identificado duas pessoas da região de Lisboa com o vírus, mas ainda não existe confirmação oficial da presença da estirpe brasileira em Portugal.

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