João Rendeiro regressou esta quinta-feira, 27 de janeiro, ao tribunal de Verulam, na África do Sul. A sessão sofreu um atraso de duas horas e, mesmo antes de começar, June Marks, a advogada do ex-banqueiro português adiantou ao "Correio da Manhã" que o julgamento ficará marcado para junho e que as medidas de coação atualmente em vigor serão revistas em fevereiro.

Preso desde 17 de dezembro, seis dias depois de ter sido encontrado e detido pelas autoridades sul-africanas num alojamento de luxo em Durban, João Rendeiro tem atualmente a medida de coação mais gravosa. A espera pelo pedido de extradição, enviado pela justiça portuguesa, terminou a 12 de janeiro mas houve um revés, uma vez que parte da documentação tinha o selo danificado. De acordo com a SIC Notícias, a decisão será discutida em tribunal entre 13 e 30 de junho. Os novos documentos de extradição terão de ser enviados pelas autoridades portuguesas a 1 de abril. 

João Rendeiro regressa a tribunal a 27 de janeiro. Até lá, continua em prisão preventiva
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De acordo com a CMTV, João Rendeiro deixou o isolamento na prisão de Westville e está numa cela com 50 detidos, alguns dos quais moçambicanos, com quem pode falar português. O ex-banqueiro passa 16 horas por dia na cela, saindo apenas para o recreio.

Condenado em três processos distintos relacionados com o colapso do BPP, João Rendeiro saiu de Portugal em setembro. Rumou a Londres, depois para o Catar e, finalmente, escolheu a África do Sul para se refugiar. Condenado pela justiça portuguesa a uma pena de prisão efetiva de cinco anos e oito meses, o antigo banqueiro desviou do BPP 13,61 milhões de euros.

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