O caso da criança que morreu a 16 de janeiro no hospital de Santa Maria, em Lisboa, foi arquivado pelo Ministério Público esta sexta-feira, 4 de fevereiro, três dias após os resultados da autópsia. A investigação sobre as causas da morte permitiu apurar que o óbito não teve qualquer relação com o facto de a criança ter sido vacinada contra a COVID-19 uma semana antes ao internamento, como tinha sido inicialmente apontado. O menor de 6 anos deu entrada no hospital devido a uma paragem cardiorrespiratória.

O relatório foi enviado para o Ministério Público que, por não haver indícios de crime, decidiu arquivar o caso, de acordo com uma nota da Procuradoria da República da Comarca de Lisboa divulgada esta sexta-feira.

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“Como é do conhecimento público, a criança realizou um teste de antigénio de SARS-CoV-2 (Covid-19), que deu positivo. Apurou-se ainda que já lhe tinha sido administrada a primeira dose da vacina pediátrica da Pfizer. Na sequência do óbito, foi realizada a autópsia médico-legal, a qual concluiu que a morte não foi devida à referida vacinação”, pode ler-se na mesma nota.

No entanto, apesar de ficar claro que a criança de 6 anos não morreu devido ao vírus, a causa da morte não foi revelada pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF), tendo sido apenas partilhada com a família da vítima.

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