O impacto da pandemia da COVID-19 nos consumos e saúde mental dos jovens foi notório, revelam as conclusões preliminares de um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) que deverá ficar concluído na primavera de 2022.

Metade dos entrevistados (com idades compreendidas entre os 15 e 20 anos) referem alterações de peso ou do sono, 20% admite um aumento do consumo de álcool e de tabaco e 11% iniciou-se nos fármacos psicotrópicos, avança o "Diário de Notícias". 

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"A COVID-19 teve um maior impacto, mesmo que indireto, nessa faixa etária, o que para mim foi surpreendente. Não foram só as idades mais avançadas que viveram estas questões intensamente. A geração jovem sofreu um impacto indireto maior e com diferenças significativas. Ficaram muito menos ativos, muito menos regulares no sono, devido às alterações dos horários escolares, deixaram de ter os ciclos de vida habituais", explica Maria Manuela Calheiros, coordenadora do capítulo Sociedade, dedicado à saúde e ao bem-estar, ao funcionamento social e equilíbrio económico, citada pelo "DN".

Também a leitura dos resultados para o total da amostra revela que a saúde mental dos jovens se viu bastante afetada. "Em cada 20 entrevistados, seis sentiram-se sozinhos durante o ano de 2020; quatro sentiram pouca intimidade com as pessoas com quem passam tempo". Além disso, "um em cada 20 afirma ter desenvolvido doenças crónicas graves, incluindo doença mental", avança também o "Jornal de Notícias" com base no estudo ao qual teve acesso.

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